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10 de janeiro de 2009

2009

Gentes, férias boas demais as minhas. Passei uma longa temporada fora do ar aqui no blog, mas foi por uma boa causa. Vida offline é tudo!

Voltando à labuta do dia-a-dia, recomeço desejando um 2009 cheio de alegrias para todos e que procurem por algo além do que se vê. Reinventem. Redescubram. Renovem. Reciclem. Sejam felizes e tenham Deus no coração sempre. O resto é consequencia! Esses são os meus votos.

Aproveitando a oportunidade e os votos, vale mostrar uma ação legal da Nike em comemoração ao Ano Novo Lunar, celebrado na China.





Tradicionalmente, as celebrações do Ano Novo Lunar incluem a oferrta de doces e outros ítens comestíveis em uma caixa vermelha para garantir um ano "doce" aos que recebem o presente. Honrando esse costume chinês, a Nike criou o kit que contém um Nike Air Force 1 e fitinhas coloridas, prestando homenagem aos temas de sorte, felicidade e prosperidade que prevalecem durante tradicionais celebrações do Ano Novo Lunar Chinês.



A camada dupla da "caixa de bombom" foi criada para inspirar as pessoas a procurar algo além do superficial, buscando o que está no fundo, instrínscico, para que se lembrem de nunca julgar algo apenas por aquilo que se vê.









Pois é... É a Nike desejando um Feliz 2009 em grande estilo. Com esse mimo em forma de caixa de bombom da sorte, até eu quis. Tênis feio, mas o kit é mara! rs

Compra onde? Em Hong Kong e Xangai.

Via highsnobiety

10 de novembro de 2008

Propaganda de cocaína e outras drogas

O Hypescience sempre me traz umas curiosidades muito legais do mundo da ciência e tecnologia, mas nunca achei que pudesse ver algo tão bizarro e ao mesmo tempo interessante, historicamente falando.

Drogas pesadas como cocaína, morfina e heroína já foram legalmente distribuídas pela indústria farmacêutica. Disso a gente já sabia, mas, como não poderia deixar de ser, tinham material publicitário para divulgação de seus milagres curativos, seja em sua rotulagem, panfletos ou brindes promocionais. O pessoal chapava o côco achando que tava tomando um remedin e mal sabia que estava se intoxicando. rs

Confiram abaixo as propagandas de época mais sem noção (literalmente) da história:


1890 e 1910 > A heroína em vidro da Bayer: era usada como substituta da morfina e remédio contra a tosse para CRIANCINHAS inocentes.


1885 > Drops de cocaína para dor de dente. Cura instantânea: promessa de acalmar a dor e melhorar o humor. rs


Vidrinho de Ópio: Espasmos e asma não eram páreo para o Vapor-Ol Treatment n 6. O líquido era colocado em uma panela e aquecido por um lampião de querosene.


Panfletinho Glyco-Heroin-(Smith): eficaz como analgésico, no combate à asma, tosse e pneumonia.


Peso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim, Alemanha): fabricante orgulhoso de ser líder de mercado de cocaína.


1900 > Tabletes de cocaína: indispensáveis para cantores, professores e oradores. Por que? Até hoje os cantores (muitos deles) se valem desse benefício. A promessa era aquietar a garganta e animar os a galera, com a promessa de que seus consumidores chegassem ao auge de suas performances.


Vinho de coca feito pela Maltine Manufacturing Company de Nova York: até criança poderia tomar a bagaça.


1965 > Vinho Mariani: principal vinho de coca da época. O Papa Leão XIII carregava um frasco consigo e premiou o seu criador com uma medalha de ouro (clero viciado! rs).


Vinho de coca da Metcalf: todos afirmavam seus efeitos medicinais, mas era consumido mesmo pra chapar o côco e fazer gluglu.


Ópio para bebês recém-nascidos: para acalmar os inocentes inquietos, era a indicação farmacêutica (credo!). Frasco paregórico da Stickney and Poor era uma mistura de ópio de álcool indicada para crianças da seguinte forma: 5 dias - 3 gotas; 2 semanas - 8 gotas; 5 anos - 25 gotas. adultos - 1 colher cheia.

E fica a pergunta: será por isso que os grandes gênios da humanidade conseguiram inventar e reinventar coisas? Mozart, criança prodígio, deve ter tomado muito ópio. E Einstein???? rs rs


Original de Oddee

5 de novembro de 2008

Menos é mais até no futebol, quer dizer, no futsal

Pois é gente. Meu interesse pelo futebol brasileiro não é grande, mas quando tinha jogo da seleção brasileira de futebol em copas do mundo eu parava junto com o universo.

Mas o que é demais acaba subindo à cabeça, principalmente dos jogadores que inflam demais, ganham ($$) demais, barbarizam demais, amam a camisa de menos e, conseqüentemente, jogam de menos, decepcionando os fanáticos por futebol, o esporte em questão.

Aproveitando esse novo momento do futsal, a Talent criou uma campanha legal para a Topper, que é quem veste a seleção brasileira. Esses sim, dão orgulho pela raça com que vestem a camisa, apesar de não terem salários milionários como os garotos do futiba de campo.

Confere ae a chapuletada no pé do ouvido que dá essa mensagem. rs









Imagens via CCSP

25 de agosto de 2008

Tapete de Havaianas. Welcome!

Eu fico sem palavras diante de uma coisa dessas. Olha que linda essa edição limitada de tapete de "Bem-Vindo" que foram produzidos e distribuídos com a fôrma das Havaianas:


Ao sair para "saracutear" durante o dia, a pessoa simplesmente enfia o pé no "cabresto" e arranca o chinelo do tapetinho. Quando voltar é só encaixar no lugarzinho e o tapete fica inteirinho! Lindinho!


O tapete de Havaianas é impermeável e resiste ao tempo, podendo assim ser mantido dentro ou fora de casa. Mas é lógico que eu não iria querer ninguém usufruindo dessa maravilha por aí, além de mim!

Quero um!


Criação da BBDO, Nova Iorque.

18 de agosto de 2008

Kaiser lança embalagem comemorativa para Teresina

Olha que coisa linda de Deus: notícias de ações de Marketing para a minha cidade linda e calorenta!

A Kaiser lançou uma embalagem temática para comemorar o aniversário da minha cidade, Teresina, capital do Piauí (para quem faltou a aula de geografia).

Dia 16 de agosto, Terehell completou 156 anos e a FEMSA Cerveja Brasil criou uma lata que dá destaque a ponte João Luiz Ferreira, um dos principais pontos turísticos da região.

"Estamos honrados em participar dessa homenagem tão especial para Teresina. A embalagem temática foi desenvolvida para presentear a cidade em agradecimento e retribuição à preferência que muitos dos consumidores locais têm em relação à marca Kaiser.", comenta Riccardo Morici, diretor de marketing da Femsa Cerveja Brasil.

A nova embalagem poderá ser encontrada em supermercados, bares e restaurantes.

Alguém de Tererê pode fazer o favor de mandar uma pra mim?

Fonte: Mundo do Marketing

15 de agosto de 2008

Três porquinhos por mim, por ti e por todos!

Primeiro vamos saber o que diabos é isso. El Ojo de Iberoamérica é um festival com um perfil claramente centrado na criatividade, a inovação e a busca de novos e diferentes olhares sobre a publicidade, a comunicação, o marketing e o entretenimento, que reúne aos melhores profissionais da região e do mundo, convertendo-se num lugar único de intercâmbio de idéias, experiências, projetos.

El Ojo também é uma praça para o encontro, debate e geração de negócios ao nível local e internacional, um lugar para ser visto e ser encontrado; e, sem dúvidas, um espaço muito especial para reconhecer e premiar com El Ojo de Iberoamérica aos melhores da indústria, àqueles que dia a dia se esforçam para que nossa região esteja melhor, e logicamente, também aos seus próprios trabalhos.

Tive a oportunidade de ir ao evento que teve aqui no Brasil, na Escola Panamericana de Design, em Sampa, e foi muito legal! Esse ano o evento vai ser na Argentina e essa semana vi no site a campanha "Várias Culturas. Várias Maneiras de Contar uma História" , que chama os visitantes a criarem suas próprias versões para a história dos 3 porquinhos (Eu vou fazer a minha e enviar!).

Os vídeos já enviados por alguns brasileiros trazem versões de variadas e extravagantes personalidades, como o Silvio Santos, Fidel e ainda umas hilárias como a do Arnaldo Antunes fake. Até o Vítor Fasano do Twitter conta sua versão!

Se liga no site, os livros se referem aos países e localidades que enviaram suas versões! É muito bacana!

Vale a pena dar uma conferida!

Por que Obama cativa os jovens?

Transcrição, na íntegra, da matéria publicada na M&M Online sobre a construção e os efeitos da "marca" 'Obama Presidente dos EUA'. Vale a pena ler e se referenciar com o case Obama

Matéria do AdAge analisa os esforços da campanha do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos e o porquê de ele ter tanto apelo junto à nova geração de eleitores

Os Baby Boomers (nascidos nos anos posteriores à Segunda Guerra Mundial) e a Geração X (nascida entre os anos 60 e o final dos 70) declararam há muito tempo a morte do marketing de massa. Vivemos num mundo em que a mídia é fragmentada e em que os consumidores têm a possibilidade de identificar e bloquear uma mensagem publicitária de longe. Mas o que eles não imaginavam é que as marcas escolhidas pela nova geração (os chamados Millennials) fizeram desta década uma Era de Ouro para aqueles que sabem exatamente o que estão fazendo. E quando isso se reflete no marketing, a campanha de Barack Obama sabe o que está fazendo.



O gerenciamento da marca Obama, sem precedentes na história política norte-americana, mostra um perfeito entendimento do que é essencial para conquistar os jovens eleitores.

Foi lançado recentemente um aplicativo para o iPhone 3G - este, aliás, o mais novo sucesso de um anunciante para a massa jovem - o 'Contagem regressiva para a mudança', um calendário de Obama que conta os segundos para o dia das eleições. Mas, afinal, qual é o apelo disso para os menores de 30 anos?

Na realidade, o voto jovem tradicionalmente busca os democratas, mas a diferença neste ano é que Obama tem de fato motivado novos pontos de vista. O seu sucesso, aparentemente, é resultado do produto e da marca por trás disso. As qualidades que ele projeta, como a áurea legal e despregada, os valores como esperança e unidade, as multidões que o acompanham - são a essência do apelo para os jovens.

'Os Millenials querem alguém esperto, engraçado e com atitude diferenciada', analisa Allison Mooney, que conduz a divisão de negócios para mais jovens da Fleishman-Hillard's. Os momentos ocasionais de Obama, como quando ele desmentiu a comparação recente que McCain fez dele com Paris Hilton - 'Este é o melhor que você pode fazer?', disse o democrata - mostram que ele entende isso.

Neil Howe - co-autor dos livros "Generations" (1991) e "Millennials Rising" (2001), que tentam explicar essa geração - disse que Obama tem um 'ar legal, e uma formalidade leve. Ele nunca perde seu temperamento'.

Andrew Romano, da Newsweek, escreveu que 'Obama é o primeiro candidato à presidência que está sendo vendido como uma marca para os consumidores'. O logotipo da campanha, um sol nascente, ecoa a iconografia de Pepsi, AT&T e Apple.

O guru do design Michael Bierut disse a Romano que o logotipo utiliza a tipologia Gotham (muito americana e comunicativa, segundo ele). Isso, aliado à identidade visual da campanha no online fazem de Obama o primeiro candidato com 'uma estratégia 360 graus coerente de cabo a rabo'.



A embalagem de Obama pode fazer as gerações mais velhas desconfiarem. Eles podem pensar a si próprios como imunes ao marketing de massa. Mas isso não é nenhum problema para os Millenials, que Neil Howe enxerga como pessoas adversas aos caos e à imprevisibilidade e são 'muito confortáveis com uma marca descolada e que cause pouca agitação'.

De acordo com Howe, a Geração X precisa de marketing de nicho. 'Se muitas pessoas gostam de algo, automaticamente isso não é legal'. Mas, por outro lado, as experiências de marcas com massas, de iPod a Harry Potter, são apelos fortes para os Millenials, que têm mostrado ser uma geração mais sociável que seus predecessores.

Ao mesmo tempo em que críticos encaram o gosto de Obama por multidões como arrogância, Howe diz que isso é normal para os Millenials: 'eles são mais civicamente conectados e encontram força nos números'.

De acordo com Mooney, da Fleishman-Hillard's, a campanha de Obama ao redor das redes sociais, com o site my.barackobama.com é otimizado pelo apelo dos mais jovens. Para esta geração, o pronome a ser conjugado é 'meu', num nível mais pessoal.

O site mostra que a campanha de Obama fez a mudança do CRM (Gerencia de Relacionamento com Consumidores) para CMR (Relação de consumidor que gerencia) melhor do que qualquer anunciante, de acordo com Mooney. 'Os jovens querem estar no controle de suas relações com a marca. Eles querem customizar, personalizar, como eles fazem no iTunes, MobileMe e YouLocate. O site da campanha permite isso com a utilização de centros de discussão, upload de fotos e outros elementos interativos'.



Claro, a maioria dos jovens não entrará na rede social de Obama. Mas, como no caso de marcas comerciais, aqueles que o fizerem serão 'embaixadores da marca'.

Os Baby Boomers e as pessoas da Geração X talvez tenham que assumir que a juventude de hoje é tão anti-marketing como eles foram um dia; mas eles acham que a adoção maciça dos Millenials pela marca Obama pode confundi-los ou aliená-los. Um exemplo deste choque está no caso de um vídeo viral no qual personalidades como o vocalista do Black-Eyed Peas e a atriz Scarlett Johansson cantam frases de um discurso de Obama. Ele teve uma resposta, na qual acusa-se Obama de estar 'construindo uma religião', por meio de uma música da banda Cake, que é essencialmente um fenômeno da Geração X.

Mas tudo isso não significa dizer que falte apelo a Obama entre os eleitores acima de 25 anos. E os Boomers podem encontrar em Obama reminiscências do apoio jovem que eles vivenciaram na pele nos anos 60.

Howe acredita que o apelo de Obama entre os mais velhos está baseada numa imagem antiga sobre o que o Partido Democrata representa - concordando com o candidato em questões que vão desde o Iraque até o meio-ambiente. Ou seja, eles apóiam Obama apesar de sua campanha de branding.

Por causa do baixo número de eleitores jovens, estrategistas questionam a ênfase de Obama neles. Mas o candidato pode ter mais sucesso trazendo novos eleitores para o pleito do que em converter eleitores indecisos. Citando pesquisas com número crescente de jovens eleitores propensos a votar, o analista do Washington Post E.J. Dionne acredita que eles podem decidir a eleição para Obama.

Do AdAge.